Como identificar uma limpeza hospitalar como bem sucedida?

Você sabia que a cada 25 pacientes pelo menos 1 é acometido por alguma infecção durante o período de internação hospitalar?

Número que vem caindo cada vez mais graças às intervenções de indicadores que medem a qualidade de limpeza dos hospitais.

Mas afinal, o que engloba a limpeza hospitalar?

MUITO ALÉM DE LIMPEZA

O processo de higienização é um longo ciclo que inspira cuidados e muita atenção por parte da equipe envolvida.

Além de um ambiente limpo, a higienização hospitalar visa proporcionar acima de tudo segurança, tanto para pacientes, quanto para os profissionais. Isso é possível através de alguns passos como:

  • Descontaminação e esterilização: de forma a eliminar microrganismos, bactérias e vírus.
  • Evitar a proliferação dos agentes causadores de doenças.
  • Eliminar dos locais quaisquer possíveis odores.
  • Reduzir os riscos de acidentes operacionais.
  • Auxiliar na conservação e manutenção do prédio.

A atenção, nível de prioridade e métodos utilizados variam de acordo com o potencial de risco de cada área hospitalar que pode ser dividida em:

  • Área crítica: maior risco de infecções, como: salas de cirurgia, utis ou cozinha.
  • Área semicrítica: baixo risco de infecções, como: quartos, enfermarias ou ambulatórios.
  • Área não crítica: não apresenta riscos, como: administração ou consultórios.

ALGUNS TIPOS DE LIMPEZA

Dentre o vasto campo de higienização, alguns tipos de limpeza merecem um destaque especial. São elas:

  • Limpeza preparatória: realizada antes da ocupação do quarto, sala de exames ou centro cirúrgico.
  • Limpeza concorrente: realizada diariamente com o paciente no quarto. Higienização das superfícies, recolhimento de lixo e reposição de materiais de higiene pessoal.
  • Limpeza terminal: realizada após a saída do paciente. Segue os padrões determinados de acordo com os riscos de contaminação do local.

QUALIDADE DA LIMPEZA

Como falado anteriormente, graças ao avanço da tecnologia, é possível contar com ferramentas e indicadores que mensuram o desempenho de cada processo.

Esse feito se torna possível quando se tem uma gestão eficiente de controle operacional comandando os processos. São utilizadas métricas de qualidade que seguem os padrões de cada instituição, como:

  • Satisfação do cliente
  • Uso de equipamentos e produtos
  • Frequência de uso dos EPI’s

Qualificar cada etapa dos processos de limpeza é o grande fator determinante para uma limpeza de fato eficiente. Por esse motivo, ter ao lado profissionais engajados e treinados muda tudo!

Acompanhe aqui algumas outras dicas que ajudam a combater a temida contaminação.

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